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motivação estudo
Nas escolas está a decorrer a primeira fase de testes do segundo período. Uma das coisas que mais me incomoda é ouvir os formadores dos jovens (entenda-se, pais e professores) dizer: “tu não consegues”, “tu nunca foste bom nisso e não é agora…”, “eu também era mau a matemática, por isso estás perdoado”, etc., etc..
Este tipo de comentários faz-me tremer. E só não fico com raiva porque dizem que não faz bem ao sistema.
Por outras palavras, estamos a dizer-lhes que “não vale a pena lutar. Nunca vais conseguir.” Os jovens ouvem isto tantas vezes que ficam realmente convencidos que não vale a pena.
Thomas Edison foi um “coitadinho”, um “nunca vais triunfar na vida”, um “tens dificuldades de aprendizagem. Desiste!”. Foi aconselhado a deixar a escola aos 12 anos. Desistiu? Não! E deu ao mundo mais de 1000 inventos, entre eles a lâmpada, o fonógrafo e a câmara de filmar.
A Lionel Messi foi diagnosticado um problema hormonal que afetou o seu crescimento. Era o mais pequeno da turma, “coitadinho”. Não desistiu. Deu tudo por tudo e agora é dos melhores do mundo.
Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos na sua vida.
O primeiro livro de Harry Potter, de J.K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Conheces o Harry Potter? E se J.K. Rownling tivesse desistido?
Barack Obama aprendeu a ler e a escrever na mesa da cozinha, com a mãe a ensiná-lo. A sua mulher, Michelle Obama, teve de trabalhar muito para conseguir frequentar a escola. Ambos lutaram pelos seus sonhos, pelo seu futuro. Compreenderam que somos nós que decidimos o nosso futuro, somos nós que fazemos o futuro.
Que os fracassos na nossa vida (nos estudos, no desporto) sejam os nossos melhores aliados, pois são eles que nos obrigam a pensar e a melhorar. Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho! Não podemos é desistir de nós mesmos.

Deus na Escola

Em agosto passado estive em Lisboa. E descobri uma forma muito simples de chamar a atenção sem falar, sem incomodar… bruning.
O bruning é uma “atividade” inventada por um português chamado Bruno. Daí o nome bruning. Consiste em deitar-se no chão, barriga para cima, braços e pernas abertos.
Tem piada quando é um grupo grande. Toda a gente repara.
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