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A Missão do Voluntariado Passionista 2013 em Angola contou com dois grupos: um para os Zangos, constituído pelas voluntárias Helena Barbosa, a Fabiana Pais e a Sara Caetano e o grupo de Uíge, constituído pelas voluntárias Teresa Belo e Umbelina Dantas. A caminhada para a Missão 2013 teve início ainda em 2012, com a formação específica, da responsabilidade da ONGD Rosto Solidário assente no carisma e em sintonia com os Missionários Passionistas. Paralelamente as voluntárias cumpriram o requisito de frequentar a Formação da FEC para aprofundar e consolidar conteúdos e temáticas relacionados com o partir e o estar em Missão.
E em julho partiram.
Com um projeto previamente elaborado em conjunto com as duas entidades (a que envia e a que recebe), os grupos foram muito bem acolhidos e facilmente integrados. Das muitas valências que o povo angolano sente carência, sabemos que a Educação é a base de todo o progresso e desenvolvimento. Assim, foi nesta área que os dois grupos estiveram mais em evidência. Formação Humana, Alfabetização, Inglês, Espanhol, Dança, Formação de Formadores (iniciação), Internet, Saúde, Formação de Líderes Juvenis, foram algumas das temáticas que quer o grupo de Zangos, quer o de Uíge abraçaram, com entusiasmo, dedicação e entrega.
Viver em Missão é partilhar cada instante o sentido de estar e servir com todos os que connosco se cruzam, vivem e convivem. E foi neste espírito de partilha que as voluntárias viveram também com a comunidade Passionista local. Visitando as comunidades com os Religiosos, repartindo afetos, dialogando com as pessoas e o simples ESTAR, constituía mais uma forma se sentirem úteis rentabilizando o mais possível o propósito para que foram enviadas.
As voluntárias regressaram nos primeiros dias de setembro, garantindo que, ainda hoje, as imagens, os pensamentos e as recordações surgem em forma de vivências como se a missão ainda não tivesse terminado. O tempo passou demasiado depressa, e há consciência do muito que se poderia ter realizado se agora fosse o início.
As jovens voluntárias sentem uma vontade imensa em VOLTAR, como a única forma de eliminar a frustração que a velocidade do tempo causou nelas.
No final, garantem que quem parte em Missão aprende muito mais do que o que ensina. E têm a certeza de que a Missão nunca acaba para quem a vive com o coração, pois é sempre uma continuidade em cada recomeço.

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