Author: tiago

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“Mestre, onde moras?” foi a questão que deu inicio à vocação apostólica dos primeiros discípulos de Jesus… “E eles seguiram Jesus”.
Dezenas de adolescentes estiveram no Seminário Passionistas de Santa Maria da Feira, num encontro de pré-seminário, à procura de respostas.
Os jovens foram convidados a refletir acerca da vocação matrimonial, religiosa, sacerdotal e de solteiro. Na parte final da manhã, tiveram a oportunidade de aprender o significado de “discernimento” e como realizar esse “test-drive” às diversas possibilidades vocacionais.
Na parte da tarde, tiveram oportunidade de aprofundar os conhecimentos acerca da Eucaristia.
O encontro terminou com um jogo de futebol-convívio.

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O Papa Francisco, antes de ser Papa, era padre. E antes de ser padre era um jovem como qualquer outro. Como chegou ele a padre?

Nasceu em Buenos Aires no ano de 1936.
Um dia, Jorge Mario ia com a sua namorada a caminho de uma festa. Ao passar pela Igreja de San José de Flores sentiu uma grande vontade de se confessar. E entrou. Durante a confissão sentiu em si a chamada de Deus para a vida religiosa. Saiu da Igreja com a certeza que queria ser sacerdote. Não o revelou a ninguém. Poucos dias depois terminou tudo com a namorada. A decisão do jovem Bergoglio levou-o a ser o primeiro Papa argentino. Quem diria…
Como já reparámos, o Papa Francisco é muito reservado. Já o era antes. Por isso, só revelou a sua decisão à família anos depois, depois de um curso de química.

Depois de experimentar as coisas boas da vida, Jorge entrou no Seminário dos Jesuítas aos 21 anos, sem o apoio da mãe, que nem sequer o ia visitar. Esteve também às portas da morte, com uma infeção pulmonar. Passou a viver apenas com um pulmão.
Depois de entrar nos Jesuítas, estudou filosofia e teologia. Foi ordenado aos 33 anos.
Queria ir para as missões no Japão, mas o Superior nunca autorizou.

Com apenas 37 anos tornou-se Superior dos Jesuítas na Argentina. Eram tempos de violência política, de ditadura. Veio estudar à Alemanha e fez uma tese sobre Romano Guardini, um teólogo com uma visão inovadora da Igreja.

Nos inícios dos anos 90 o cardeal António Quarracino chamou-o para bispo auxiliar. Quarracino sabia que Bergoglio estava sentado sempre nos últimos lugares, nas cerimónias importantes.

Em 1998 tornou-se arcebispo de Buenos Aires. D. Bergoglio não aceitava viver no palácio episcopal nem ter um motorista ou secretário pessoal. Era ele quem cozinhava para si mesmo e andava nos transportes públicos. Em 2001 foi nomeado cardeal.

Consta que ficou em 2º lugar no Conclave que elegeu Joseph Ratzinger, mas pediu abertamente para não votarem nele.

Contava deixar a vida pública nos finais de 2013 e ir viver para uma residência de padres. Deus e os cardeais trocaram-lhe as voltas. Agora, Jorge Mario Bergoglio é Francisco, Papa Francisco.

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…o Papa é, na verdade, Bispo! É Bispo de Roma.
O Conclave serve para eleger o Bispo de Roma, tal como Francisco nos recordou na sua primeira mensagem: “vós sabeis que o dever do Conclave era dar um Bispo a Roma”…
Desde o momento em que respondeu “sim” à pergunta “aceitas a tua eleição?”, o cardeal Bergoglio tornou-se Bispo de Roma. Por ser Bispo da Igreja de Roma, “que é aquela que preside a todas as Igrejas na caridade”, é também Papa, sucessor do Bispo Pedro, S. Pedro.
papa francisco
Algumas curiosidades sobre os Papas
- “Papa” significa “Papá”. “Pontífice” significa “construtor de pontes”.
- O Pontificado mais longo foi de S. Pedro. O segundo foi de Pio IX (1846-1878) – 31 anos, 7 meses e 23 dias.
- O Pontificado mais curto foi de Estevão II (752). Não é considerado Papa porque morreu horas depois da eleição.
- A média dos pontificados é de 8 anos.
- Paulo VI foi o primeiro Papa a andar de avião.
- Não é preciso ser Cardeal para ser eleito Papa. Nem sequer é preciso ser padre. Basta ser homem, batizado e adulto.
- O último Papa “não cardeal” foi Urbano VI (1378) e o último que não era padre foi Leão X (1513).
- Quando alguém é eleito Papa muda de nome. Os nomes mais comuns são João (23 vezes), seguido de Gregório e Bento (16 vezes).
- O nome de Pedro só foi usado uma vez, por Simão Pedro, o Apóstolo.
- Já foram canonizados 81 papas. Há 9 beatos.
- Já houve 217 papas italianos, 17 franceses, 13 gregos, 8 alemães, 3 africanos, 2 espanhóis, 1 português (João XXI), 1 palestino (Pedro!), 1 inglês, 1 holandês, 1 polaco e 1 argentino (o atual!).
- O século XX teve 9 papas.
- O primeiro Papa a viver no Vaticano foi Nicolau III (1277-1280).
- Celestino III e Celestino V foram os eleitos mais velhos. Ambos tinha 85 anos.
- O Papa mais novo de sempre tinha 12 anos (Bento IX – 1032)
- Urbano VIII era grande amigo de Galileu Galilei. Mais tarde iria condená-lo.

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petrus romanus

Depois de Nostradamus, depois do ano 2000, depois da profecia dos Maias… chega agora… a extraordinário… Profecia de São Malaquias!

Sim! Mais uma brilhante profecia sobre o fim do mundo, desta vez relacionada com o último Papa, o 266º Papa da História. Isto agora está na moda…

A profecia de S. Malaquias
Nos finais do século XVI apareceu uma profecia atribuída ao monge Malaquias, um santo do século XII.
Essa profecia é uma lista de 112 frases que apresentam os vários papas, a começar em Celestino II (1143-1144).
A lista termina com um papa de nome Petrus Romanus, Pedro Romano em bom português.
Segundo essa lista, Bento XVI foi o Papa 111.
Acerca do Papa 112 é dito o seguinte:

In persecutione extrema S.R.E. sedebit. Petrus Romanus, qui pascet oves in multis tribulationibus, quibus transactis civitas septicollis diruetur, & judex tremendus judicabit populum suum. Finis.

Traduzido dá algo como: na última perseguição à sagrada Igreja de Roma, vai estar na Sede Pedro Romano. Ele alimentará o seu rebanho no meio de muitas tribulações. Então a cidade das sete colinas será destruída & o tremendo juiz julgará o seu povo. Fim.

Bem… alguns santos até tiveram momentos interessantes de contacto com Deus e algumas visões. Na Bíblia encontramos a presença de Deus em muitas profecias. Mas… será que a Profecia de São Malaquias é mesmo verdadeira? Tem acertado nos Papas dos últimos séculos? more


Caminhamos para a Páscoa, para a ressurreição, para uma vida nova! Uma vida nova e diferente da atual: é isso o que queremos! Procuramos a mudança de vida, de hábitos… sejamos sinceros! Mas… como custa!
A famosa parábola do filho pródigo é a parábola da nossa vida. Negar o amor do pai, sair de casa, viver por conta própria: não é isto mais grave do que não cumprir a lei? Mas, tal como nós na nossa vida, o rapaz vai embora feliz, pensando ser livre e alegre assim. Mas, acaba por sentir muitas dificuldades, chegando mesmo a passar fome. Perdeu a sua dignidade de filho e experimenta um vazio enorme. Caído por terra, longe do pai (ou do Alto), sabe o que é viver como os porcos. E quer mudar de vida.
A sua experiência é tão forte que se arrepende e está disposto a tudo (até a ser escravo). De repente, o que lhe parecia ser a meta ideal (longe do pai, com total liberdade) torna-se na sua maior prisão, na sua fonte de morte. “Pai, pequei contra o céu e contra ti”. Sim, pequei contra ti! E é este reconhecimento da negação do amor que o faz arrepender-se.
O perdão surge naturalmente: o pai vai ao encontro do filho, alegre pelo seu regresso. Abraça-o. Faz festa. Este gesto devolve a dignidade perdida ao filho… como se fosse uma ressurreição… “este teu irmão estava morto e voltou à vida”!
Sim! A nossa vida corre o risco de ser como a deste jovem: fugas constantes ao Amor, em busca do prazer. Depois, vemos que tanto prazer só nos causa dor. E descobrimos que o verdadeiro prazer está onde pensávamos que só havia dor. É importante pararmos, definirmos objetivos possíveis para a nossa vida, a meta. O prazer da chegada a essas metas é muito maior do que as possíveis dores do caminho. Então, vamos lá! Todos a caminho! O Alto espera por nós, já a partir do nosso terreno!

Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se todos de Jesus, para O ouvirem. Mas os fariseus e os escribas murmuravam entre si, dizendo: «Este homem acolhe os pecadores e come com eles». Jesus disse-lhes então a seguinte parábola: «Um homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me toca’. O pai repartiu os bens pelos filhos. Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todos os seus haveres, partiu para um país distante e por lá esbanjou quanto possuía, numa vida dissoluta. Tendo gasto tudo, houve uma grande fome naquela região e ele começou a passar privações. Entrou então ao serviço de um dos habitantes daquela terra, que o mandou para os seus campos guardar porcos. Bem desejava ele matar a fome com as alfarrobas que os porcos comiam, mas ninguém lhas dava. Então, caindo em si, disse: ‘Quantos trabalhadores de meu pai têm pão em abundância, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho, mas trata-me como um dos teus trabalhadores’. Pôs-se a caminho e foi ter com o pai. Ainda ele estava longe, quando o pai o viu: encheu-se de compaixão e correu a lançar-se-lhe ao pescoço, cobrindo-o de beijos. Disse-lhe o filho: ‘Pai, pequei contra o Céu e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. Mas o pai disse aos servos: ‘Trazei depressa a melhor túnica e vesti-lha. Ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’. E começou a festa. Ora o filho mais velho estava no campo. Quando regressou, ao aproximar-se da casa, ouviu a música e as danças. Chamou um dos servos e perguntou-lhe o que era aquilo. O servo respondeu-lhe: ‘O teu irmão voltou e teu pai mandou matar o vitelo gordo, porque ele chegou são e salvo’. Ele ficou ressentido e não queria entrar. Então o pai veio cá fora instar com ele. Mas ele respondeu ao pai: ‘Há tantos anos que eu te sirvo, sem nunca transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para fazer uma festa com os meus amigos. E agora, quando chegou esse teu filho, que consumiu os teus bens com mulheres de má vida, mataste-lhe o vitelo gordo’. Disse-lhe o pai: ‘Filho, tu estás sempre comigo e tudo o que é meu é teu. Mas tínhamos de fazer uma festa e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi reencontrado’».
Lc 15, 1-3.11-32

O Papa deixa de ser Papa quando:
1 – morre
2 – fica doente mental e sem capacidades
3 – em caso de negar ou alterar a fé da Igreja
4 – renuncia livre

Bento XVI renunciou.

Desde as 19 horas de 28 de fevereiro que estamos em período de Sede Vacante. Ou seja, estamos no período em que não há Papa. Durará até à eleição do sucessor de S. Pedro, no Conclave.
Neste período de Sede Vacante, o governo da Igreja está confiado ao Colégio dos Cardeais, mas só para tratar assuntos normais e preparação da eleição do Papa. Na Oração Eucarística omite-se a parte referente ao Papa. Na Cúria Romana, cessam funções quase todos os responsáveis dos vários Dicastérios (departamentos de governo da Igreja). Continuam no cargo o Cardeal Camarlengo e o Penitenciário-Mor e poucos mais.

Nos primeiros séculos, a eleição do Papa era feita por aclamação ou por designação do sucessor. Mais tarde são os padres de Roma quem escolhem o seu Bispo. Com as intromissões do poder civil, no século XI os eleitores passaram a ser os cardeais.
Como as eleições chegavam a demorar dias ou meses, nasce em 1274 o Conclave.

No dia 12 de março vai começar o Conclave. Os cardeais vão celebrar uma Missa pro eligendo Papa na Basílica de S. Pedro no Vaticano. Pela tarde, irão em solene procissão para a Capela Sistina, onde farão juramento de guardar segredo. Após esse momento, é pronunciado o extra omnes e todos devem sair da Capela, exceto os Cardeais eleitores e o pregador de uma pequena meditação.

No momento da votação apenas estão na Capela Sistina os cardeais eleitores. A eleição é válida com dois terços dos votos. Neste caso, 77 votos a favor de um só.
Diariamente há quatro votações, duas pela manhã e duas pela tarde. No final das duas votações, os papéis são queimados e sai fumo negro por uma chaminé instalada na Capela Sistina. No momento em que há votos suficiente e o eleito aceita ser Papa, sai fumo branco e tocam os sinos da Basílica de S. Pedro e, posteriormente, de todas as igrejas de Roma.

Após a aceitação, o novo Papa informa o nome que adopta, é revestido da veste branca, cumprimenta os Cardeais e saúda o povo na Praça de S. Pedro. Entre o fumo branco e a saudação na praça, decorre sensivelmente 1 hora.

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motivação estudo
Nas escolas está a decorrer a primeira fase de testes do segundo período. Uma das coisas que mais me incomoda é ouvir os formadores dos jovens (entenda-se, pais e professores) dizer: “tu não consegues”, “tu nunca foste bom nisso e não é agora…”, “eu também era mau a matemática, por isso estás perdoado”, etc., etc..
Este tipo de comentários faz-me tremer. E só não fico com raiva porque dizem que não faz bem ao sistema.
Por outras palavras, estamos a dizer-lhes que “não vale a pena lutar. Nunca vais conseguir.” Os jovens ouvem isto tantas vezes que ficam realmente convencidos que não vale a pena.
Thomas Edison foi um “coitadinho”, um “nunca vais triunfar na vida”, um “tens dificuldades de aprendizagem. Desiste!”. Foi aconselhado a deixar a escola aos 12 anos. Desistiu? Não! E deu ao mundo mais de 1000 inventos, entre eles a lâmpada, o fonógrafo e a câmara de filmar.
A Lionel Messi foi diagnosticado um problema hormonal que afetou o seu crescimento. Era o mais pequeno da turma, “coitadinho”. Não desistiu. Deu tudo por tudo e agora é dos melhores do mundo.
Michael Jordan foi expulso da equipa de basquetebol do liceu, perdeu centenas de jogos e falhou milhares de lançamentos na sua vida.
O primeiro livro de Harry Potter, de J.K. Rowling, foi rejeitado duas vezes antes de ser publicado. Conheces o Harry Potter? E se J.K. Rownling tivesse desistido?
Barack Obama aprendeu a ler e a escrever na mesa da cozinha, com a mãe a ensiná-lo. A sua mulher, Michelle Obama, teve de trabalhar muito para conseguir frequentar a escola. Ambos lutaram pelos seus sonhos, pelo seu futuro. Compreenderam que somos nós que decidimos o nosso futuro, somos nós que fazemos o futuro.
Que os fracassos na nossa vida (nos estudos, no desporto) sejam os nossos melhores aliados, pois são eles que nos obrigam a pensar e a melhorar. Ninguém nasce bom em nada. Tornamo-nos bons graças ao nosso trabalho! Não podemos é desistir de nós mesmos.


O jejum é a alma da oração, e a misericórdia é a vida do jejum. Ninguém tente dividi-las, porque são inseparáveis. Quem ora, jejue; e quem jejua, pratique a misericórdia. Quem deseja ser atendido nas suas orações, atenda as súplicas de quem lhe pede. Quem jejua, entenda bem o que é o jejum: seja sensível à fome dos outros, se quer que Deus seja sensível à sua; seja misericordioso, se espera alcançar misericórdia; compadeça-se, se pede compaixão; dê generosamente, se pretende receber.
Muito mal suplica quem nega aos outros o que pede para si.

S. Pedro Crisólogo.

Ano da Fé no Alto
Ano Novo, Vida Nova! Dizem…
Quando deram as 12 badaladas, muita gente recordou rapidamente os seus objetivos para 2013.
Dos vários que tens em mente, algum tem relação com a tua fé?
Já pensaste em proclamar a tua fé… fora da igreja?
Nunca escondeste a tua fé aos amigos?
“amanhã à tarde não posso ir porque tenho coisas para fazer em casa” = “amanhã à tarde não posso ir porque vou à missa”. Isto nunca vos aconteceu? A mim já.

Para escrever as próximas linhas pedi algumas ideias aos meus amigos.
Sendo assim, apresento-vos 13 coisas simples que podem fazer para que os vossos amigos e colegas saibam que vocês são “pessoas da Igreja”.

  1. Colocarei no mural do Facebook: “eu sou católico” e frases religiosas, como citações de santos.
  2. Na próxima vez que me ligarem durante a missa vou dizer que não atendi porque estava na igreja.
  3. Fazer uma tatuagem de algo relacionado com a Igreja: uma imagem religiosa, o nome de Jesus…
  4. Dizer às pessoas que participo em retiros e vou à missa e convidar os amigos.
  5. Enviar para o Twitter e Facebook algumas ideias da homilia da missa.
  6. Sabes aqueles momentos em que não temos mesmo nada para dizer? Eu diria ao meu amigo “vamos rezar um pouquinho?”
  7. Rezar antes das refeições, mesmo as que faço no McDonald’s.
  8. Usar uma t-shirt que diga: keep calm, Jesus está contigo!
  9. Benzer-me antes dos jogos em educação física
  10. Na próxima vez que ler um livro religioso na rua, não vou tapar a capa com as mãos.
  11. Tirar fotocópias de páginas da Bíblia e encontrar-me no café com alguns amigos para falar sobre o texto.
  12. Convidar os amigos menos “praticantes” a lanchar em minha casa e falar sobre Jesus.
  13. Ouvir e cantar o Hino do Ano da Fé em público: 

Agradeço aos meus amigos que partilharam estas ideias.